IBA DOCK: A casa bioclimática flutuante |
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Informação para a imprensa especializada / Base de imagens A IBA_Dock é uma construção em aço edificada sobre um pontão flutuante. Sob o ponto de vista da estática e dos requisitos de peso, as estruturas foram concluídas numa construção modular e montadas no local sobre o pontão. Este facto também exerce influência sobre a escolha do sistema exotérmico. Dado que nem as placas nem as paredes revestidas foram montadas no edifício, também não foi utilizado qualquer aquecimento de paredes e pavimentos convencional. A utilização de elementos de coberturas de aquecimento e refrigeração pré-fabricados que são instalados nos edifícios em geral é, neste caso, a melhor opção. Através dos colectores solares colocados no telhado, é realizada a utilização da energia térmica solar para o aquecimento de água de consumo industrial e o apoio ao aquecimento. Para o ângulo da posição dos 16 colectores da IMMOSOLAR, foi seleccionado o ângulo de 50° com um alinhamento para sul. Através de uma posição abrupta, a produção solar é maximizada nos meses de transição e, desse modo, a taxa de utilização de toda a instalação aumenta. A área bruta do colector compreende aprox. 34 m2. Para a energia solar existem 3 níveis de descarga que são controlados e regulados hidraulicamente consoante as prioridades. A produção de água de consumo industrial possui o requisito de temperatura mais elevado e, como tal, a primeira prioridade. Como segundo nível, é controlado um acumulador de reserva de aquecimento que funciona num nível de temperatura intermédio. As temperaturas inferiores a 30°C, que não podem ser utilizadas para água quente nem aquecimento, são fornecidas e acumuladas intermediariamente no terceiro nível de descarga do sistema de salmoura fechado. Um outro acumulador de reserva, que é instalado no pontão entre a bomba de calor e o permutador de calor, armazena a energia solar. A energia acumulada é elevada no período de aquecimento através da bomba de calor a um nível de temperatura utilizável para fins de aquecimento e fornecida às áreas de aquecimento ou produção de água quente. Este facto maximiza claramente a produção solar bem como o coeficiente de desempenho anual da bomba de calor e, consequentemente, a eficácia de todo o sistema. Os níveis de descarga solar fazem parte do EMS da IMMOSOLAR, o qual apresenta os componentes hidráulicos e técnicos de regulação do EMS da IMMOSOLAR. Este constitui a interface para o acoplamento dos colectores solares e da bomba de calor, bem como para a integração do sistema dos componentes do acumulador. O EMS da IMMOSOLAR assegura que todos os fluxos energéticos são utilizados em função da temperatura e da necessidade. A energia solar é directamente conduzida para o consumidor consoante a necessidade ou acumulada intermediariamente para uso futuro. Como bomba de calor é utilizada uma bomba de calor salmoura-água de 44 kW da IMMOSOLAR que aquece mas também refrigera de forma activa o edifício. Através das coberturas de aquecimento e refrigeração instaladas, é fornecido calor aos bordos ou, no caso da refrigeração, é retirado. As temperaturas de fornecimento são limitadas nos 35°C, no caso do aquecimento, e nos 16°C no caso da refrigeração. Isto assegura uma climatização de espaços ideal nos meses frios como também nos meses quentes. Tendo em conta que a IBA_Dock foi concebida como centro de informações para o acesso público activo e exposições, os requisitos em termos de higiene para a qualidade do ar são indicados. A renovação de ar de todo o edifício é assegurada através de um aparelho de ventilação com recuperação de calor. De modo a garantir uma neutralização de CO2, é utilizado um sistema fotovoltaico cuja dimensão é determinada através do consumo de energia eléctrica do sistema de bombas de calor incluindo os respectivos aparelhos auxiliares. A utilização de energia verde para todos os consumidores de energia eléctrica sublinha firmemente o objectivo traçado. O sistema fotovoltaico é alinhado ao nível do terraço do telhado com um ângulo de posição de 30° para sul. Os módulos Solon de 63 células solares policristalinas necessitam de uma superfície de aprox. 103 m2 e atingem uma potência de ligação de 14,8 kWp. Para que o visitante interessado possa efectuar claramente o fornecimento de energia, a sala da tecnologia é disponibilizada e integrada na exposição de construção. Por detrás de uma parede plexiglas, os componentes individuais são visualmente apresentados e explicados com base em quadros informativos. Num monitor, os visitantes são informados sobre a produção solar, as utilizações, as temperaturas e o estado do sistema. A monitorização é lida à distância e, por isso, pode ser individualmente adaptada e reajustada consoante a necessidade.
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